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JESUS É A CHAVE HERMENÊUTICA PARA A COMPREENSÃO DAS ESCRITURAS

Postado em 18 de Fevereiro de 2010 por bedhung

JESUS É A CHAVE HERMENÊUTICA PARA A COMPREENSÃO DAS ESCRITURAS

Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos nossos pais, pelos profetas,

nestes ULTIMOS DIAS, nos falou pelo FILHO, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas,

pelo qual também fez o universo.

Aos Hebreus 1.1-2

“O Verbo se fez carne…”, sendo assim, a Encarnação torna-se nossa única e possível chave hermenêutica para entender a Palavra, a mim mesmo, o próximo e a realidade atual. E é o Espírito quem revela Jesus como a Palavra e a Palavra em Jesus.

Na leitura da Bíblia, a grande tentação é fazer a Escritura se passar por Palavra. As Escrituras se iluminam como a Palavra somente quando aquele que a busca tem como motivação o encontro com a Palavra de Deus. Ou quando o Deus da Palavra fala antes ao coração!

E para se vencer tão grande tentação, proponho a seguir algumas orientações práticas:

1. Deve-se ler existencialmente a Bíblia como tendo seu espírito realizado em Cristo. Ele veio para cumprir tudo. Cumpriu? Sim! Está consumado! Mas cumpriu de uma maneira legal-aos-sentidos? Não! Prova disso que o cumprimento da Palavra em Jesus era justamente aquilo que os mestres da Lei em Seus dias chamavam de transgressão. Assim, há um espírito até na Lei. Jesus cumpriu esse espírito, não suas materializações!

2. Deve-se ler as “falas” de Jesus e não somente fazer (quando se faz) exegese do texto. Antes disso, deve-se perguntar: qual o significado desse ensino de Jesus para Jesus? E a resposta é uma só: veja como Ele lidou com a vida, com as pessoas, com os fatos! Conferindo uma coisa com a outra fica-se livre da construção de dois seres irreconciliáveis: o Jesus que viveu cheio de amor e graça, e o Jesus que ensinou coisas que só os intérpretes autorizados conseguem “captar”.

3. Desse modo, então, não se faz jamais uma interpretação textual que não coincida com o comportamento e com a atitude de Jesus na questão, conforme o Evangelho. Eu confiro tudo com o espírito de Jesus, conforme o Evangelho.

4. Só assim Jesus não fica esquizofrênico ante os nossos sentidos: o que Ele disse, Ele viveu; e o que Ele viveu, é o que Ele disse.

A Bíblia é o Livro.

A Escritura é o Texto.

A Palavra É!

“Escritura” sem Deus é apenas um texto religioso aberto à toda sorte de manipulações!

É somente na Graça que a leitura da Bíblia tem a Palavra para o coração humano. Sem a iluminação do Espírito a Bíblia é apenas o mais fascinantes de todos os best-sellers.

Caio

DEZ PRINCÍPIOS PARA SER BEM-SUCEDIDO

Postado em 17 de Janeiro de 2010 por bedhung

1 - Creia que sua vida cumpre um propósito divino na terra. Você é influenciado pelos genes que herdou de seus pais e é bastante “circunstancializado” pelo meio no qual vive. Entretanto, mais forte que as determinações genéticas e os condicionamentos do meio social, é o seu chamado para ser. Você foi criado como um sacerdote neste universo de Deus. Por isso, você existe e sabe que existe. Encha sua consciência com esse significado. Quando você assumir sua vocação para ser, as outras pessoas vão “encontrar” você.

02 - Creia que seu dia ganha força e energia espiritual quando você ora. Portanto, ore sempre. Mesmo nos seus afazeres. Sempre que uma notícia ou informação lhe chegar, entregue-a a Deus. Ofereça a Deus os potenciais e as possibilidades que cada fato, percepção ou impressão lhe trazem ao coração. Além disso, pare um pouco todos os dias, ainda que seja só um pouco, e ore. Dê graças por tudo e abrace o Senhor no seu coração. Quando orar, peça coisas específicas, mas não se esqueça de sempre terminar de modo submisso e geral, dizendo: “Seja feita a tua vontade, assim na Terra como nos céu”. Afinal, você não sabe se o que quer é o melhor. Mas o Senhor sabe!

03 - Creia que a maior inteligência que Deus lhe deu não é a intelectual nem a emocional, mas sim a inteligência. “O coração tem razões que a própria razão desconhece”. Usar a cabeça (inteligência intelectual) e saber se relacionar com o próximo e as circunstâncias (inteligência emocional) é fundamental. Mas não é essencial. O essencial habita os mistérios do espírito, no mundo do coração. Portanto, dê atenção aos seus sonhos noturnos e aos seus sentimentos perceptivos. Quando você tiver uma “impressão”, não a despreze de cara. Medite. Ore. Discirna. A resposta pode estar no passado. Mas, às vezes, trata-se de uma intuição profética. Pode ser um alerta sobre o futuro. Nesse caso, ore, corrija a rota e prossiga.

04 - Creia que quando alguém ama a Deus e ao próximo e respeita a vida, então tudo ganha sincronicidade e conectividade. Isso é apenas um outra forma de dizer que “todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus”. O amor a Deus traz sentido para a sua vida. O amor de Deus transforma o cenário mais absurdo numa conspiração do bem.

05 - Creia que a leitura bíblica feita com os olhos do coração ilumina a alma e os caminhos da Terra. Ler a Bíblia é importante. Mas lê-la com os olhos da alma é essencial. Quem lê com o intelecto enxerga textos e os compreende. Quem lê com o coração discerne “caminhos sobremodo excelentes”. Faça da leitura bíblica não apenas um meio de fortalecimento espiritual. Leia-a como caminho de descoberta e de insights para a sua visão do mundo, de si mesmo e de Deus.

06 - Creia que uma atitude mental positiva tanto é resultado de uma espiritualidade sadia como também pavimenta o caminho de todo ser humano bem-sucedido. Eu costumo dizer que mesmo ateus-positivos se dão melhor na vida que ateus-negativos. O mesmo princípio se aplica a cristãos.

07 - Creia que generosidade e dadivosidade são forças espirituais poderosas que atraem para quem as pratica as melhores oportunidades e possibilidades da vida. Por isso é tão importante dar dízimos e ofertas. Escolha causas, projetos e pessoas nos quais você acredita e dê no mínimo dez por cento dos seus ganhos para essas iniciativas. De fato, fazendo assim, você está abrindo portas invisíveis para você mesmo. E lembre-se: faça isso com entusiasmo e alegria.

08 - Creia que o que diferencia o fazer do não-fazer é apenas uma decisão seguida de gesto simples. Assim sendo, nunca adie o início de qualquer coisa na qual você acredita se a oportunidade se apresentar e seu coração responder com paz e fé. O gesto necessário, tanto para se levantar de cama quanto para levantar a cama, é um só: colocar-se de pé. Daí Jesus ter dito: “Levanta-te, toma teu leito e anda”.

09 - Creia que a melhor composição de imagem exterior e de virtude interior para um cristão é aquela que combina a “simplicidade dos pombos” (imagem exterior) com a “prudência das serpentes” (virtude interior). Sendo assim, seja astuto por dentro e simples por fora. Sempre dá certo e protege a vida.

10 - Creia que a maior bênção de possuir uma consciência é poder usá-la para auto-examinar-se todos os dias. Quem se auto-examina resiste melhor às criticas, pois se utiliza delas para diminuir seus próprios equívocos, e se mostra imune a eles quando a consciência o convence de estar fazendo aquilo que é certo. Auto-exame é o que faz a diferença entre aqueles que vivem para preservar sua imagem e a reputação daqueles que vivem para o que é verdadeiro e real.

Caio

Escrito em 2003

O Mandamento de Deus é Saúde!

Postado em 29 de Dezembro de 2009 por Daniel

Quando Jesus insiste em que não se ande ansioso de nada, quando ordena que se confie no cuidado do Pai, e ainda quando diz para enchermo-nos de esperança a fim de vivermos todos os dias — Ele certamente sabia o que dizia; e isto não por razões “devocionais”, mas sim de saúde e vida.Aliás, Jesus não tem mandamentos “Devocionais”.

Todos apenas têm a ver com saúde e vida.Tudo o que Jesus manda fazer é para o bem do homem, não de Deus.

Nada há que o homem possa fazer que faça a mal ou bem a Deus. O homem pode fazer mal até aos anjos, mas o grande mal que ele faz, além de atingir as demais criaturas sob o alcance de seus “dominios de morte”, atinge apenas a ele mesmo.

Os mandamentos de Deus são vida; e são também os agentes de poder anti-suicida que a Graça implanta em nós como motor de vida.

Assim é com tudo o mais que seja pertinente a Jesus e ao Evangelho!Paulo, seguindo a mesma toada, nos diz no que pensar e nos manda manter a mente esperançosa sempre…

E mais: ninguém insiste mais no poder da gratidão para o bem do todo da vida, da purificação da consciência à consagração de alimentos; do serviço a Deus e ao patrão ruim; de tudo a tudo Paulo manda que se ande em gratidão.

Hoje se sabe que o pensamento do homem pode viciar seu cérebro na negatividade, e, assim, adoecer o comportamento humano e suas relações sociais, e tudo porque, agora, mesmo lutando contra, o homem se vê viciado em pensar mal, o negativamente, e, quando vê, já está no processo…

Humildade, alegria e fé esperançosa são os melhores animadores de mente, alma e cérebro!

A humildade nos impede de surtar…

A alegria nos condiciona a pensar em problemas como oportunidades…

A fé esperançosa não reconhece impossibilidade nem diante da morte…

De outro lado o mandamento ensina o realismo total…

Não nascem figos de espinheiros e nem uvas de abrolhos!…

Assim é o realismo de Jesus…

O equilíbrio entre senso de realidade e os mandamentos da esperança pacificada em fé, combinados, geram o ser sadio e harmonizado em tudo; isto na relatividade do tempo presente…Portanto, saiba: negatividade, mau humor, medo, desconfiança e ingratidão são para o cérebro drogas mais destruidoras do que heroína e cocaína…

As drogas químicas acabam com o corpo e atacam o sistema nervoso, mas têm menos poder de atingir o espírito do que a negatividade, o mau humor, o medo, a desconfiança e a ingratidão…Overdose de negatividade mata a alma de qualquer homem; é apenas uma questão de tempo.

Hoje se sabe como as decisões de natureza psicológica afetam o corpo todo. Uma pessoa apaixonada recebe as mesmas cargas de estimulo químico-cerebral que uma pessoa que sofra de Transtorno Obsessivo Compulsivo. A paixão muda o cérebro enquanto dure a paixão, assim como o TOC altera o cérebro do homem — e nas mesmas áreas…

Veja: uma paixão muda o cérebro… Por isto, muitas vezes, a pessoa apaixonada não ama aquele por quem se apaixonou, mas apenas está sob o efeito da droga que o cérebro liberou em razão da magia psíquica que se instalou na alma do amante.Um ano depois, quando o efeito da droga vai diminuindo no cérebro, a paixão começa a se esvair…

Ora, assim como a paixão, creia, a negatividade, a ansiedade, o pânico, o pessimismo, a descrença, e os pensamentos auto-destrutivos ou tomados de paranóia, sim, todos eles, separadamente ou somados, têm poder maior do que o da cocaína ou da paixão, que são drogas poderosas…

Assim, não adianta orar pedindo bênçãos de Deus se a sua mente é uma oficina de demônios de negatividade…

Conserte a sua mente, os seus pensamentos…; e seu novo pensar e seu novo sentir e atuar na vida tornar-se-ão as orações mais efetivas e saudáveis para você mesmo…

Os homens a quem Jesus comparou a meninos, eram seres que não se satisfaziam com nada: nem com a alegria e nem com a tristeza…

Jesus disse que gente como eles haviam se tornado… nem Deus poderia ajudar!…

Você já pensou em como suas dores podem apenas ser vícios mentais antigos e que hoje se apresentam mediante as desordens que em você aparecem sem que você saiba a razão.

Pense nisso e tome suas decisões enquanto é Dia…

Nele,

Caio

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Natal - Ivo Fernandes

Postado em 24 de Dezembro de 2009 por bedhung

Sempre gostei do Natal.

Sempre me encantei com o espírito que nos cerca nesta data.

E para mim isso é maravilhoso visto que em minha casa não havia celebrações de Natal conforme acontecia no meu espírito.

Era apenas mais uma festa, um feriado, onde no máximo se diziam palavras de bem ao outro.

Nunca sentei numa mesa para compartilhar algo sobre a Encarnação nem na minha infância e nem na igreja.

Na igreja o que eu ouvia eram sermões explicando a origem pagã do Natal e o significado diabólico de cada símbolo natalino.

Mas sem saber o porquê nunca liguei para essas coisas.

Para mim o Natal sempre foi mágico, não por causa do papai Noel, mas por causa da manjedoura, da estrela, do Menino.

Desta forma sempre celebrei o Natal e na minha casa celebramos, e ao contrário do que fizeram comigo, falo com minhas filhas da razão do Natal e de seu real significado.

O Natal não me lembra o diabo como lembravam meus pastores.

Ora o Natal será de acordo com o que vai em nosso coração. Paulo nos ensina que todas as coisas são puras para os puros; porém para os de mente impura, tudo fica impuro.

E que ninguém pense que não sei que não foi nesta data que Cristo nasceu.

Ora mas o que isso tem haver? Não me importo com datas, me importo com significados. E o Natal para mim tem um grande significado.

É uma data que compartilho com muitos que Deus estava em Cristo reconciliando-se com o mundo não lhes imputando pecado e os convido a se reconciliarem com Deus.

Na mesa natalina aproveito o momento das trocas de presente para falar da solidariedade, do compartilhar com o outro, do ato de dar sem pensar em receber e do grande presente de Deus para nós que foi Jesus Cristo nosso Senhor.

Quando as crianças falam do papai Noel, não as censuro.

Aproveito e falo do bom Pai do céu. Esta é a mensagem.

Como será o seu Natal é uma decisão sua.

Para mim é salvação, é doação.

É Deus se fazendo homem, o rico se fazendo pobre, o senhor se fazendo servo.

Natal é dádiva de amor. O Natal é para todos. O Natal é Jesus.

O Natal é boas novas de grande alegria para o todo o povo.

Desejo a todos que nesta data e depois dela guardem no coração este espírito.

Um Feliz Natal!

Ivo Fernandes Ivo Fernandes

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Quando a Igreja não é “igreja”…

Postado em 19 de Dezembro de 2009 por bedhung

Igreja tem que ser coisa de gente de Deus, de gente livre, de gente sem medo, de gente que anda e vive, que deixa viver…, que crê sempre no amor de Deus…; e, sobretudo, é algo para gente que confia…, que entrega…, que não deseja controlar nada…; e que sabe que não sabe, mas que sabe que Deus sabe…

Somente gente com esse espírito pode ser parte sadia de uma igreja local, por exemplo…

Entretanto, para que as pessoas sejam assim seus pastores precisam ser assim…

Se o pastor é assim…, tudo ficará assim…

Ou, então, o tal pastor não emprestará a sua vida para o que não seja vida, e, assim, bem-aventuradamente deixará tal lugar de prisão disfarçada de amor fraterno…

Em igreja há problemas… É claro… Afinal, tem gente…

Mas nenhum problema humano tem que ser um escândalo para a verdadeira igreja de gente boa de Deus.

Numa igreja de Deus ninguém tem que ser humilhado…, adúlteros não tem que ser “apresentados” ao público…, ladrões são ajudados a não mais roubarem…, corruptos são tratados como Jesus tratou a Zaqueu…, e hipócritas são igualmente tratados como Jesus tratou aos hipócritas…; ou seja: com silencio que passa…, mas, ao mesmo tempo, não abre espaço…

Na igreja de gente boa de Deus fica quem quer e até quando deseje… E quem não estiver contente não precisa ser taxado de rebelde e nem de insubordinado… Ele é livre para discordar e sair… Sair em paz. Sem maldições e sem ameaças; aliás, pode sair sem assunto mesmo…

Na verdadeira igreja não há auditores, há amigos.

Nela também toda angustia humana é tratada em sigilo e paz.

Igreja é um problema?…

Sinceramente não acho…

Pelo menos quando a igreja é assim, de gente, para gente, liderada por gente, com o propósito de fazer de toda gente um humano maduro — então, creia: não há problemas nunca, pois, os problemas em tal caso nada mais são do que situações normais da vida, como gripe, febre ou qualquer outra coisa, que só não dá em poste de ferro…

Tudo o que aqui digo decorre de minha experiência…

Não é teoria…

Pode ser assim em todo lugar…

Mas depende de quem seja o pastor…

E mais: se o povo já estiver viciado demais nem sempre tem jeito…

Entretanto, se alguém decide começar algo do zero, então, saiba: caso você seja gente boa de Deus, e que trate todos como gostaria de ser tratado…, não haverá nada que não seja normal, pois, até as maiores anormalidades são normais quando a mente do Evangelho em nós descomplicou a vida.

Pense nisso!…

Nele,

Caio

O fruto do conhecimento, a figueira e o homem…

Postado em 9 de Dezembro de 2009 por Daniel

O fruto da Árvore do Conhecimento é algo que todo mundo já comeu, mas não sabe de que árvore seja…

Entretanto, se fosse importante, talvez eu me aventurasse a dizer que era o Figo…

Sim, pois, seria natural que Adão e Eva se vestissem com as folhas mais próximas que encontrassem uma vez que se sentiram nus…

Cobriram-se de folhas de Figueira…

No livro de Enoque o fruto é um Tamarindo…

Na versão do Velho Testamento para o Latim, a Vulgata Latina, o fruto é a Maçã; provavelmente em razão de que Maçã em Latim é Malus e a palavra Mal é também Malus…

Além disso, a cultura bíblia só veio a conhecer a maçã bem depois do texto do Gênesis está escrito…

De fato, o fruto é nascido na mente…

A Árvore que um dia serviu de referencia para o ato de transgressão não era quimicamente e vegetalmente importante…

A importância daquela Árvore estava e está na mente…

É a transgressão que faz dela a Árvore do conhecimento…

Sobre as folhas da Figueira, diria que me chama a atenção o fato de que as mesmas folhas foram outra vez objeto de ilustração espiritual em Jesus, nos evangelhos…

É a Figueira sem fruto, mas cheia de folhas para encobrir a nudez…

Sim, sendo que a Figueira é uma árvore que só abre as folhas depois que já deu fruto naquela estação…

Na Figueira o fruto precede a folha quando chega a hora da árvore parir…

Aquele Figueira de Jerusalém estava cheia de folhas antes de ser a estação dos frutos…

Todas as demais Figueiras de Israel estavam nuas, apenas esperando o fruto brotar…

Aquela, porém, vestiu-se de folhas, como Adão ao ouvir a voz de Deus…

Além disso, a Figueira também era símbolo de Israel…

Israel e Adão estavam na mesma…Vestindo-se de folhas de Figueira para encobrir sua nudez aos olhos de Deus…

As folhas de Israel eram feitas da Figueira da Religião das aparências…

As folhas de Figueira são as coberturas naturais de todo homem culpado, mas sem a disposição de dar fruto de arrependimento…

Assim, a história do Gênesis tem seu gênesis existencial todos os dias…

Adão é todo o mundo…

Deus, porém, mostra em Jesus que Seu modo não mudou…

Diante de Deus nenhuma nudez é castigada, mas toda dissimulação o é…

Apenas pense nisso!…

Nele,

Caio

Leitura complementar no site www.caiofabio.com:

SENDO SALVO DA CAMUFLAGEM DE “SER”TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA: A SÍNDROME DA FIGUEIRA SEM FRUTO!

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Anti-”síndrome de Gabriela” = Perdão!

Postado em 7 de Dezembro de 2009 por bedhung

viram essa?
 
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1371228-15605,00-EMPRESARIO+MUDA+VIDA+DE+HOMEM+QUE+PLANEJAVA+SEQUESTRALO.html
 
trecho do conto “A outra face” do amigo André Rainque:
“…Dar a outra face, após apanhar na primeira, é absurdo; não é natural - até nossa biologia nos leva a reagir para sobreviver. O fato é que os três praticantes da proposta pacifista aqui citados - Cristo, Luther King e Gandhi - morreram de maneira violenta enquanto davam a outra face. Cristo foi crucificado por volta de 27; Gandhi foi morto a tiros em 1948; e Luther King foi assassinado, também a tiros, em 1968. O “dar a outra face” é muito mais do que uma retórica, vai além da justiça a ser alcançada; ele é a afirmação de paz como objetivo final, expressão máxima de um amor disposto a morrer pelos amigos e pelos inimigos.”
 
 
trecho de texto de Caio Fabio:
“Você quer perdoar? Então decida. Perdão é uma decisão.

Se você diz que perdoou apenas porque aceitou o culpado, mas lembra a ele de seu erro sempre que ele erre, então, você não o perdoou, apenas o seqüestrou a você. O perdão não tira a nossa memória dos fatos, mas tira a emoção deles, e, além disso, mata o fato/passado como argumento para a vida contra a pessoa.

Quem perdoa lida com cada uma, não com o montante das ofensas, pois, se a cada nova ofensa tudo voltar, é porque perdão nunca houve. Jesus mandou perdoar até 70X7 o mesmo individuo em um só dia. Mas a cada perdão não se deve trazer a multidão dos outros para o encontro com a verdade.

O grande desafio do perdão é desistir da ofensa do outro como direito nosso contra ele!

Quem perdoa não perde a memória, mas desiste do direito de acusar ou de reter a memória como raiva ou crédito.

Por isto o perdão é um ato de fé e não de emoção. Pela emoção ninguém perdoa ninguém.

Somente pela fé que antes olha para o próprio perdão que se recebe de Deus todos os dias, é que alguém pode praticar o perdão como decisão de graça e como privilégio. Se perdoar não se tornar um privilégio, creia: ninguém perdoa. Perdão é vida quando se torna privilégio em fé!”
“Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros.
Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros.” João 13.34
 
perdoar, dar a outra face, amar. obrigado por me permitirem aprender. abraço e boa semana,
 
Tércio S. da Rosa

Foi Deus quem fez nosso vizinho

Postado em 25 de Novembro de 2009 por tucoegg

Nós é que fazemos nossos amigos. Nós é que fazemos nossos inimigos. Mas Deus foi quem fez nosso vizinho.

Por isso é que o vizinho nos surge revestido de todos os inesperados terrores da natureza; ele é tão estranho como as estrelas, tão alheio e impassível como a chuva. É o Homem, o mais terrível de todos os animais. Donde as antigas religiões, bem como a linguagem bíblica, terem demonstrado tão profunda visão das coisas quando aludiram, não a nossos deveres para com a humanidade, mas a nossos deveres para com nosso vizinho.

O dever para com a humanidade pode muitas vezes tomar a forma de pura escolha, que é ato pessoal e até agradável. Pode ser uma ocupação favorita, pode ser mesmo um passatempo. Podemos trabalhar em favor dos bairros pobres de Londres porque fomos de algum modo talhados para tal trabalho, ou porque cremos que o fomos; podemos lutar pela causa da paz internacional porque nos agrada lutar. Podem resultar de nossa própria escolha, ou de simples questão de gosto, o martírio mais atroz, ou a experiência mais repulsiva. Podemos ter sido feitos de molde a ter predileção pelos doidos ou a sentirmos especial interesse pelo problema da lepra. Podemos encantar-nos com os negros porque são pretos, ou como os socialistas alemães porque são pedantes. Mas quanto a nosso vizinho, a este temos de amar porque ele está ali — razão muito mais alarmante e que requer reações afetivas muito mais difíceis. Ele é a amostra viva da humanidade que nos coube. Precisamente porque pode ser qualquer pessoa, ele é como toda a humanidade junta. É um símbolo, no sentido de que é mero acidente.Está provado que os homens fogem de seus arredores para terras muito mortíferas, o que, não obstante, é muito natural, visto que não é da morte que eles fogem. Eles fogem é da vida. E o mesmo se verifica em relação a cada um dos círculos concêntricos do sistema social.

<em><span style=”font-size:85%;”>_____</span></em>
<em><span style=”font-size:85%;”>
Trecho do capítulo XIV de “Heretics”, de Chesterton. Tradução: Aíla Gomes. Publicado em A Ordem, Out/54. Grato ao Saulinho, que me conseguiu essa preciosidade.</span></em>

Regeneração não é doutrina, mas sim milagre…

Postado em 23 de Novembro de 2009 por bedhung

Regeneração é ver que os pedaços arrancados de nós mesmos pelas doenças do pecado e pelos traumas da existência, crescem outra vez, são refeitos, gerando integridade no ser.

Regeneração é como fazer membros amputados florescerem para a normalidade do que é para o bem.

Regeneração é a transformação da mente, fruto de re-conexões que o Espírito Santo opera em nós; e é assim porque antes nós não falávamos com nós mesmos, nem nos ouvíamos, nem nos enxergávamos a nós mesmos.

Regeneração é a ressurreição do entendimento, é implantação do arrependimento como insistência na direção da transformação, é o abrir da semente da vida em nós.

Regeneração é a eternidade engravidando o espírito e fazendo-o dar fruto no tempo.

Regeneração é como a viagem das árvores de minha terra: um caminho da vida na direção da luz.

Caio

Nos passos de Yesu

Postado em 18 de Novembro de 2009 por tucoegg

Pela grandeza da mensagem, irresistivelmente sugado do blog do Gladir Cabral.

“Jamais me esquecerei da noite em que fui expulso de minha casa. Dormi ao relento, debaixo de uma árvore, e fazia muito frio. Jamais havia experimentado tal coisa. Então pensei: ‘Ontem eu vivia no conforto. Agora estou tremendo de frio, e faminto, e sedento. Ontem eu tinha tudo o que necessitava e muito mais; hoje não tenho mais abrigo, nem roupas quentes, nem comida’. Por fora a noite era difícil, mas eu sentia uma grande alegria e paz em meu coração. Eu estava seguindo os passos de meu novo mestre - Yesu, que não tinha onde repousar a cabeça, que fora desprezado e rejeitado. No luxo e no conforto de casa eu não havia encontrado paz. Mas a presença do Mestre mudou meu sofrimento em paz, e esta paz nunca mais me abandonou” (Sundar Singh, Wisdom of the Sadhu, p. 29).

No blog tem alguns outros trechos do mesmo livro, que narra os impressionantes caminhos que levaram o hindu Sundar Singh a seguir os passos do mestre Yesu.