Coragem e fantasia
Postado em 12 de Julho de 2010 por tucoeggA medida de nossa profunda consciência da presença do Cristo ressurreto consiste na capacidade de nos posicionarmos a favor da verdade e de suportarmos a desaprovação dos que nos são importantes. A crescente paixão pela verdade evoca um desenvolvimento indiferente à opinião pública e ao que as pessoas dizem ou pensam. Não conseguimos mais nos deixar levar pela multidão ou fazer eco à opinião de outros. A voz interior “seja corajoso, sou eu, não tema” nos dá a certeza de que nossa segurança repousa no fato de não termos segurança alguma. Quando nos colocamos sobre os próprios pés e assumimos a responsabilidade por nosso eu singular, crescemos em autonomia e força pessoal e nos libertamos das amarras da aprovação humana.
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A única resposta correta e adequada à pergunta que se espalhou no tempo de Jesus — e que, no Novo Testamento, os discípulos também colocaram para Jesus — “Quando virá o fim e quais serão os sinais?” é, portanto: não se confundam com tais coisas, mas vivam a vida comum de cristãos, de acordo com a prática do Reino de Deus; então nada nem ninguém lhes sobrevirá inesperadamente que não seja o governo libertador do próprio Deus…
Não importa se agora você está trabalhando no campo ou moendo milho, se é sacerdote ou professor, cozinheiro ou porteiro, ou um aposentado de idade avançada. O que importa é como está sua vida ao apegar-se à luz do evangelho de Deus, cuja natureza é amar toda a humanidade.
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Extraído do capítulo 8 de
O impostor que vive em mim
de Brennan Manning


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